Produção

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Conheça todo o processo de produção de um folheto.

A distribuição dos folhetos da sua empresa é o momento mais esperado: é nessa hora que a sua mensagem chega até os consumidores, informa sobre os seus produtos e gera os resultados que você deseja.

Mas, antes desse momento, os folhetos passam por todo um processo de produção gráfica. A cada etapa, os profissionais envolvidos precisam ter o maior cuidado para criar um material de qualidade, sem falhas, que comunique bem a mensagem.

Neste post, então, você vai conhecer o processo de produção de um folheto e a importância de cada etapa para que o resultado final seja o melhor possível. Acompanhe:

Antes de botar a mão na massa, é preciso fazer um planejamento. Nesta etapa, responda a questões como estas:

  • Quais são os seus objetivos?
  • O que os seus folhetos devem comunicar?
  • Quais ofertas devem ser divulgadas?
  • Quais informações devem constar?
  • Qual imagem você quer transmitir?Todas essas orientações embasam a produção do material, pois só com elas o redator e o designer podem desenvolver um trabalho de qualidade e corresponder às suas expectativas.

    Agora, o folheto começa a tomar forma. Primeiramente, um redator assume a responsabilidade de criar os textos e chamadas dos folhetos, de maneira que a mensagem seja clara e persuasiva, para instigar o consumidor a abrir e ler.

    Depois, é a vez de um designer criar a arte dos folhetos. Ele começa criando alguns rascunhos (chamados de “rafes”) para desenvolver um projeto gráfico. A partir da aprovação do projeto, ele parte para o desenvolvimento do layout.

    Na arte, é preciso ter um cuidado especial com a escolha de cores, fontes e elementos, para preservar a legibilidade do material e evitar a poluição visual, que atrapalha a compreensão da mensagem. Além disso, o capricho no layout também é importante para transmitir uma imagem positiva e de credibilidade sobre o seu negócio.

    Depois de finalizar e aprovar o layout (com todo o cuidado, para evitar erros), o material já pode ser enviado para a gráfica. Nesse momento, o designer deve preparar o arquivo para o envio. Três tarefas importantes que ele deve fazer são as seguintes:

  • Checar a resolução das imagens, para que a impressão tenha qualidade;
  • Vetorizar as fontes (transformá-las em imagens), para que não desconfigurem emoutra máquina que não as tenha instaladas;
  • Imprimir um “boneco” (protótipo) para identificar erros de digitação, posição doselementos e ter uma visão de como o material ficará depois de impresso.Ao receber o arquivo para impressão, a gráfica também adota algumas ações para conferir se o material atende às condições técnicas exigidas para garantir a qualidade do trabalho. Se estiver tudo ok, o material é enviado para a impressão.

    Esta é a etapa em que os folhetos se materializam. A definição de como será este processo depende da escolha do tipo de impressão, que geralmente envolve duas opções: impressão digital ou offset.

    Pela impressão digital, o arquivo digital vai direto para o papel por meio de copiadoras coloridas, impressoras digitais ou plotters (para grandes formatos). Ela costuma valer a pena para tiragens menores, pois o custo fica muito alto para grandes quantidades.

    Já no offset, a impressão ocorre por meio de chapas. O sistema CTP (Computer to Plate, ou computador para chapa) transfere o arquivo digital diretamente para a chapa e, depois, outro processo transfere para o papel. Esse é o método mais usado pelas gráficas, pois tem um custo favorável para a impressão de tiragens maiores.

    Geralmente, a gráfica imprime uma prova para aprovação do material. Depois de aprovado, o material é, enfim, impresso.

    Dependendo da demanda, nesta etapa também acontecem os acabamentos finais, que podem ser feitos na própria gráfica ou em um fornecedor. Eles incluem cortes, dobras, refiles, vernizes, encadernação etc. Vale a pena conhecer as possibilidades para criar um material mais diferenciado.

    Lembre que, em todas as etapas, é importante envolver empresas e profissionais especializados. Não é qualquer pessoa que pode fazer a arte ou a impressão dos folhetos, já que essas tarefas exigem conhecimentos muito específicos. E isso garante a qualidade do material final que chega às mãos dos consumidores.

    Gostou de conhecer o processo de produção de um folheto? Então continue acompanhando o nosso blog para saber muito mais sobre o universo de distribuição de folhetos. Queremos que você aproveite todas as nossas dicas e informações para ter mais resultados no seu negócio!

Dicas para o seu designer criar folhetos que impactam e funcionam

O primeiro contato do cliente com uma empresa é decisivo. Ali, ele já determina se vai dar uma chance para o relacionamento com a empresa ou se nem quer saber mais dela.

Por isso, as empresas precisam se dedicar a encantar o cliente desde as primeiras experiências. E é isso que deve acontecer quando ele pega o seu folheto pela primeira vez: você deve encantá-lo com um design bonito, um material agradável de ler, informações claras e ofertas atraentes.

Pensando nisso, trouxemos neste post algumas dicas de design para criar folhetos atraentes, impactantes e eficientes. Dessa forma, você gera uma primeira impressão super positiva e consegue fixar a sua marca na mente do consumidor para as futuras compras.

Se é isso que a sua empresa quer, então fique de olho nas dicas que temos para você:

Ao criar folhetos, organização é fundamental. Geralmente, a quantidade de informações é grande, então você não pode simplesmente jogá-las na página. Alguns princípios do design, como a proximidade, o alinhamento e a repetição, ajudam a organizar o layout.

Por exemplo: o preço deve estar próximo do produto ao qual se refere, para não gerar confusão na informação. Junto a ele, é natural que estejam também o nome e a descrição do produto. Assim, a proximidade mostra que essas informações se referem àquele item.

Já o princípio do alinhamento orienta a criar linhas imaginárias no layout para criar uma conexão entre os elementos. Por exemplo: você pode alinhar todos os produtos com 10% de desconto à esquerda na página. Assim, o leitor absorve a informação mais rapidamente.

Em um folheto, é comum que os nomes dos produtos utilizem sempre a mesma fonte ou que os títulos de seções (bebidas, limpeza etc.) tenham a mesma cor. Essa repetição ajuda o leitor a reconhecer alguns padrões no layout, que facilitam a sua compreensão e dão consistência ao material.

Por mais que você ache que tudo o que está no folheto é importante, saiba definir uma hierarquia entre as informações. Se tudo é destaque, nada se destaca, entende?

Então, o designer deve criar uma hierarquia entre os produtos (por exemplo, criando um box de ofertas em destaque), mas também entre as informações de cada produto (por exemplo, usando tamanhos diferentes para o nome, a descrição e o preço do item).

Ao escolher cores, fontes e elementos para o layout, é importante seguir a identidade visual da marca. Essa dica para criar folhetos se baseia no princípio da repetição que citamos anteriormente, já que você deve seguir um padrão em todos os seus materiais.

É assim que o consumidor reconhece a sua publicidade e fixa a sua imagem na mente. Portanto, oriente o designer sobre as regras que ele deve seguir.

Por mais que você queira deixar o seu material bastante alegre e dinâmico, cuide para não exagerar no uso de diferentes cores e fontes. Ousar demais nesses elementos pode causar uma poluição visual, que tende a afastar o consumidor e transmitir uma imagem negativa.

Então, oriente seu designer a escolher uma paleta de cores harmônica e focar em apenas uma ou duas fontes, e que elas sigam a identidade da sua marca.

Não fique com pena de não conseguir utilizar todos os cantos da página para falar das suas ofertas. Algumas áreas em branco, como um espaçamento entre os produtos ou ao redor de uma chamada importante, são necessárias para proporcionar um respiro ao leitor.

Se você espremer todas as informações ao criar folhetos, os elementos ficam desorganizados e deixam o leitor atordoado.

Com essas dicas para criar folhetos mais eficientes, o consumidor vai pegar o seu material em mãos e ficar encantado com a sua marca! A leitura vai ser mais agradável, o design vai ser mais atraente e as informações vão estar mais claras. E tudo isso é essencial para estabelecer uma comunicação eficiente com ele para gerar os resultados que você deseja.

Portanto, agora você já sabe que, para criar folhetos, não basta jogar as informações no papel! Algumas técnicas de design são bem-vindas para orientar a criação do layout. Se você ficou com alguma dúvida, deixe seu comentário logo abaixo e participe do nosso blog!

Dicas para negociar bem a produção de um folheto e economizar

Quem já produziu um folheto para a sua empresa sabe como é difícil encontrar uma gráfica de qualidade que ofereça bons preços. Se combinar preço e qualidade é difícil, a solução é buscar formas de economizar na produção dos impressos.

Em cada etapa de produção de um folheto — planejamento, design, impressão —, você pode adotar práticas para reduzir os custos, além de negociar os valores com a gráfica, sem pecar na qualidade do material.

Portanto, vamos ver agora algumas dicas de como aliviar o orçamento na hora de produzir os folhetos da sua empresa:

Existe um tipo de impressão mais adequado para cada demanda. Geralmente, a escolha depende do tipo de material a ser produzido (folheto, panfleto, flyer, cartão de visita etc.) e a quantidade desejada.

No caso dos folhetos, a produção costuma ser feita por meio da impressão digital ou offset. Então, qual delas você deve escolher para baratear a produção?

Para pequenas quantidades, vale a pena optar pela impressão digital; já para larga escala, o offset apresenta um custo unitário mais baixo, embora o preço final seja mais alto. Isso acontece porque a impressão offset tem um alto custo fixo, que envolve a gravação das chapas e afinações da máquina, o que não precisa na impressão digital.

Formatos e acabamentos diferenciados, como folhetos quadrados ou cantos arredondados, podem valorizar o seu material. O problema é que eles aumentam o custo, pois fogem dos padrões da gráfica e geram sobras de papel, que são jogadas no lixo.

Portanto, para aproveitar todo o papel que você está pagando para ser usado, pense nos tamanhos do padrão A. Os formatos mais usados e econômicos são estes:

  • A6 (10,5 x 14,8 cm);
  • A5 (14,8 x 21 cm);
  • A4 (21,1 x 29,7 cm);
  • A3 (29,7 x 42 cm).

Vale a pena também conversar com o seu fornecedor para entender o que vale mais a pena.

Para otimizar os custos, você também deve pensar em um número de páginas para os folhetos que seja múltiplo de 4 (4, 8, 12, 16 e assim por diante). Dessa forma, a gráfica pode utilizar todo o papel para imprimir (em formato aberto, na frente e no verso) e apenas aplicar os grampos nas dobras.

Caso você faça um material de 5 ou 10 páginas, por exemplo, a gráfica terá que adotar outro método de encadernação (como a lombada quadrada), o que encarece a produção.

As gráficas dispõem de diversos tipos de papel, com diferentes gramaturas, para atender às demandas dos clientes. Estes são os mais usados:

  • Papel Offset (90 ou 120 g/m²);
  • Papel Couché Brilho (115, 150, 170, 230, 250 ou 300 g/m²);
  • Papel Couché Fosco (115, 150, 250 ou 300 g/m²);
  • Papel Reciclato (90 ou 120 g/m²).

Em geral, quanto maior a gramatura, mais alto será o custo. Porém, essa definição não pode mirar apenas no custo, pois o produto final pode ficar totalmente diferente conforme a escolha. Portanto, avalie o que você espera do material e encaixe com o seu orçamento.

Talvez a pior situação que pode acontecer é você receber o material pronto e perceber algum erro grotesco que não pode chegar às mãos dos consumidores. Nesses casos, talvez você tenha que imprimir tudo de novo, o que encarece muito a produção.

Portanto, revise o material quantas vezes forem necessárias. Quando enviar as informações para o designer, aprovar o arquivo digital ou receber a prova da gráfica, analise tudo com cuidado para encontrar qualquer problema.

As gráficas precisam administrar vários pedidos — muitos deles urgentes. Então, se você disser que tem um prazo estendido para receber o seu material, provavelmente ganha poder de barganha para negociar o preço, já que tempo é um interesse da gráfica.

Para isso, a etapa de planejamento da produção dos folhetos se torna ainda mais importante, para que cada etapa cumpra o seu prazo e deixe uma folga para a negociação dos valores.

Gostou das nossas dicas? Com alguns ajustes no processo de produção dos folhetos, você consegue reduzir os custos de impressão. E tudo isso sem prejudicar a qualidade do material que informa sobre as suas ofertas e que, depois, a Still vai distribuir aos consumidores.

Agora, queremos saber de você: como a sua empresa faz a impressão de folhetos? Tem alguma dica para economizar na produção gráfica? Ficou com alguma dúvida? Deixe o seu comentário aqui no blog para participar!